Texto Eduardo Vella
O Instituto Lina Galvani assinou no dia 03, um termo de parceria com a Secretaria de Meio Ambiente (Sema) de Luís Eduardo Magalhães para o fornecimento de mudas, que serão usadas na recuperação de áreas deterioradas e na arborização urbana da cidade e região.
Ficou acordado, que toda a parceria firmada entre empresas e o Instituto Lina Galvani terá como condicionante a doação de parte da produção de mudas para a Secretaria de Meio Ambiente, de Luís Eduardo Magalhães. A identificação das áreas prioritárias será feita pela Sema.
As mudas serão produzidas no viveiro de mudas do Parque Fioravante Galvani, primeiro centro de conservação de espécies animais e vegetais do Oeste baiano, que se estende por uma área preservada de 20 hectares e está a 12 km de Luís Eduardo Magalhães.
De acordo com a coordenadora do Parque Fioravante Galvani, Mariângela Pinho, o termo de parceria é início do Projeto Cerrado Baiano, que visa em ação conjunta recuperar áreas degradadas do oeste da Bahia, apresentado pelo Instituto a secretaria de Meio Ambiente de LEM, Fernanda Aguiar.
“Essa parceria demonstra que a união entre o poder público e a iniciativa privada e o terceiro setor podem render bons frutos para o meio ambiente e a comunidade no entorno, configurando-se inclusive como uma oportunidade para que outras empresas da região multipliquem esta ação”, analisa Mariângela.
Em 2009 o Instituto Lina Galvani se associou a Xingu Agri, braço agrícola da Multigrain, com o intuito de ampliar o viveiro do Parque Fioravante Galvani e produzir mudas de espécies nativas para recuperar áreas degradadas no Oeste baiano.
O objetivo da parceria foi produzir 60 mil mudas, parte para a demanda da XinguAgri e o restante para a comunidade. Com a intenção de valorizar o bioma cerrado, o Parque cultivou 50 mil mudas exclusivamente para esse investimento da Mitsui, CHS e Multigrain, associação de empresas que formam a XinguAgri.
